Um cartaz para São Paulo
Tô com um cartaz nessa exposição, que vai até dia 01/03, no Maria Antônia. Na verdade, não fiquei exatamente satisfeito com o resultado do meu trabalho, mas o prazo de entrega chegou e foi o que eu consegui desenvolver. Acontece...
A história é que eu tinha uma idéia bem clara do que eu queria dizer, mas ainda não tinha conseguido resolver como fazer isso. Aí, com o prazo terminando, tinha que chegar a algum resultado, ainda que o processo de criação não estivesse concluído.
O engraçado é que entre a data de entrega e a abertura da exposição passaram-se 3 semanas, tempo em que eu procurei ficar o mais distante possível do assunto. E então, no meio do banho, menos de uma hora antes da abertura da exposição, a idéia se completou na minha cabeça, uma imagem exata de como devia ser o cartaz que já estava lá montado esperando os visitantes.
Eu saí do banho e anunciei exultante pra Carol, que ainda tava acordando, que eu tinha acabado de resolver o cartaz. "Agora é um pouquinho tarde, né?" foi a única resposta possível. Mesmo assim eu fiquei feliz com isso. A verdade é que aquele cartaz "inacabado" tinha passado esse tempo todo ruminando na minha cabeça, e só agora eu podia ir para a exposição com o distanciamento necessário para ver o cartaz de novo. Até gostei dele lá no meio dos outros.
Outra coisa engraçada é que a maior parte dos designers participantes resolveu tratar do trânsito e do excesso de carros para responder ao tema da "(In)sustentabilidade Urbana" proposto pelos curadores. Fica a pergunta: quantos destes designers abdicaram de seu preciosos veículos particulares pra irem à abertura da exposição?
A história é que eu tinha uma idéia bem clara do que eu queria dizer, mas ainda não tinha conseguido resolver como fazer isso. Aí, com o prazo terminando, tinha que chegar a algum resultado, ainda que o processo de criação não estivesse concluído.
O engraçado é que entre a data de entrega e a abertura da exposição passaram-se 3 semanas, tempo em que eu procurei ficar o mais distante possível do assunto. E então, no meio do banho, menos de uma hora antes da abertura da exposição, a idéia se completou na minha cabeça, uma imagem exata de como devia ser o cartaz que já estava lá montado esperando os visitantes.
Eu saí do banho e anunciei exultante pra Carol, que ainda tava acordando, que eu tinha acabado de resolver o cartaz. "Agora é um pouquinho tarde, né?" foi a única resposta possível. Mesmo assim eu fiquei feliz com isso. A verdade é que aquele cartaz "inacabado" tinha passado esse tempo todo ruminando na minha cabeça, e só agora eu podia ir para a exposição com o distanciamento necessário para ver o cartaz de novo. Até gostei dele lá no meio dos outros.
Outra coisa engraçada é que a maior parte dos designers participantes resolveu tratar do trânsito e do excesso de carros para responder ao tema da "(In)sustentabilidade Urbana" proposto pelos curadores. Fica a pergunta: quantos destes designers abdicaram de seu preciosos veículos particulares pra irem à abertura da exposição?

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